Barco Escola dá palestra e expõe seu ‘Ecobus’ na Citrosuco

A Associação Barco Escola da Natureza, através do Programa “Voluntário Ambiental”, ministrou palestra e expôs seu “Ecobus” na empresa Citrosuco, do município de Limeira – SP, ontem (16), das 8h às 14h. Cerca de 150 funcionários participaram das atividades, que estavam vinculadas à Sipat (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho) da companhia, que é uma das maiores produtoras de suco do mundo.

O Ecobus expôs mural com informativos; fotos relacionadas à problemática ambiental local e global; videoteca; biblioteca; coletores de óleo doméstico e pilhas/baterias; apresentou como é o processo de reciclagem da garrafa pet e a maquete de um gerador de energia eólica. As águas dos rios Atibaia, Jaguari, Piracicaba, Quilombo e do Reservatório Salto Grande também foram exibidas ao público, juntamente com sementes de árvores nativas do Estado de São Paulo.

A palestra teve como temas “coleta seletiva” e “economia e reuso da água”, e foi ministrada pela estudante de Engenharia Ambiental e estagiária do Barco Escola, Ianara Favaro de Campos. “Trabalhamos com coleta seletiva aqui na unidade já há alguns anos, então acho muito importante sempre estar conscientizando o pessoal dos benefícios que estas ações têm em relação ao ambiente em que vivemos. Quanto à economia e reuso de água, ainda existem casos em que vemos os funcionários utilizando vassoura hidráulica para limpar o piso antes de recolher a sujeira mais pesada. Por estes motivos, escolhemos esses temas para a palestra”, afirmou Raquel Helena Pinto da Silva, responsável pelo setor de Águas e Meio Ambiente da Citrosuco.

“Gostei muito da apresentação do Ecobus. Quando você desloca o pessoal para um ambiente onde é revelada a realidade ambiental através de fotos, documentários, como têm no ônibus, é muito importante, pois isso marca as pessoas. A palestra também foi bastante instrutiva e direta, o que atendeu nosso objetivo e até o superou”, ressaltou Marcos Augusto Calera, supervisor de Controle de Qualidade e presidente da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

O coordenador do Programa Voluntário Ambiental, Moizés Oliveira, gostou da participação dos funcionários durante as atividades na empresa. “Foram excelentes tanto a exposição do Ecobus como a palestra na Citrosuco, os funcionários interagiram conosco, coletando informações e tirando dúvidas sobre a temática ambiental local e global. Esperamos que, a partir de agora, eles tornem-se agentes multiplicadores dos conhecimentos que pudemos transmitir”, comentou Oliveira.

Lembrando que os trabalhos do Barco Escola só podem ser realizados através das empresas que os prestigiam: “CPFL Renováveis, Petrobras, SABB Coca-Cola, Suzano e Goodyear”.

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Dona Inah grava cenas de seu documentário no Barco Escola

A Associação Barco Escola da Natureza recebeu ontem (9), por volta das 14h30, a cantora e compositora Dona Inah, para a gravação do documentário “Que Cantadora a Vida Me Fez”, que vai registrar a vida e a obra da artista.

Dona Inah Foto: Moe Oliveira

Neta de escravos e filha de músico, ela começou a cantar ainda criança e teve um crescimento musical dentro da própria família. O filme será uma narrativa de seus 77 anos de vida. Em 2005, Dona Inah foi contemplada com o prêmio TIM de Música Brasileira como cantora revelação, fato que contribuiu para diversos convites para shows no Brasil e no exterior.

“Comecei a cantar com 9 anos, em Araras, idade com que recebi meu primeiro prêmio, como cantora mirim, mas o reconhecimento maior veio depois do prêmio TIM”, ressaltou a cantora.

No Barco Escola, Dona Inah gravou cenas dentro da chalana, que saiu da margem próxima a um canavial, indo até a margem onde é feito o embarque. A gravação durou cerca de 2 horas, com uma equipe de produção de cinco pessoas. “Recebemos algumas indicações e escolhemos gravar cenas aqui por ser um lugar bonito”, afirmou Patrícia Francisco, diretora do filme, que possui mestrado em Artes na Escola de Comunicação e Artes da USP, com diversas participações em festivais, como: os internacionais de curtas do Rio de Janeiro e São Paulo, a Mostra de Cinema de Tiradentes, a Mostra do Filme Livre, além de festivais na Itália, Espanha e França, com seus filmes anteriores: Retratos da Vó Ana, Eu, Trilho e A Inventariante.

Dois integrantes da equipe de gravação junto com Patrícia, ao lado da cantora Foto: Moe Oliveira


“Sempre gostei da natureza, fui criada na roça. Vim muito motivada para a gravação aqui”, disse Dona Inah. Além do Barco Escola, serão realizadas diversas gravações durante o mês de maio em Araras, cidade onde Dona Inah nasceu. Elas vão ocorrer em locais onde a artista morou, trabalhou e estudou – entre eles: a Escola Justiniano Whitaker, as igrejas Nossa Senhora do Patrocínio e Santa Cruz, a Usina São João e a Fazenda Ibicaba.

O documentário tem o patrocínio da empresa Natura, através do programa “Natura Musical”, e será exibido em salas de cinema e na televisão. Uma pré-estreia está programada para novembro, em Araras; em seguida, o Barco Escola também deve receber Dona Inah para um show e exibição do documentário durante o Eco-Canto de novembro, como já sinalizou positivamente a própria cantora e a diretora do filme.

Patrícia dirige a cena em que Dona Inah olha para o horizonte Foto: Moe Oliveira


A Associação Barco Escola da Natureza é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) nascida em 2000, e que tem como objetivo promover a educação ambiental e colaborar para a manutenção do meio ambiente, em especial do Reservatório Salto Grande. A sede da entidade está localizada na Avenida José Ferreira Coelho, 815, Praia dos Namorados, Americana.

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Sambista grava documentário sobre sua vida e obra no Barco Escola

A Associação Barco Escola da Natureza vai receber amanhã (9), por volta das 14h, a cantora e compositora Dona Inah, para a gravação do documentário “Que Cantadora a Vida Me Fez”, que pretende registrar a vida e a obra da artista.

Neta de escravos e filha de músico, ela começou a cantar ainda criança e teve um crescimento musical dentro da própria família. O filme será uma narrativa de seus 76 anos de vida.

Dona Inah em um de seus shows Foto: Joana Gudin


Em 2005, Dona Inah foi contemplada com o prêmio TIM de Música Brasileira como cantora revelação, fato que contribuiu para diversos convites para shows no Brasil e no exterior.

Além do Barco Escola, serão realizadas diversas gravações durante o mês de maio em Araras – SP, cidade onde Dona Inah nasceu. As gravações vão ocorrer em locais onde a artista morou, trabalhou e estudou – entre eles: a Escola Justiniano Whitaker, as igrejas Nossa Senhora do Patrocínio e Santa Cruz, a Usina São João e a Fazenda Ibicaba.

“No Barco Escola, Dona Inah vai aparecer dentro da chalana, que sairá da margem próxima ao canavial, indo até a margem onde é feito o embarque. Essa gravação duraria cerca de 1 hora, com uma equipe de seis pessoas. Será uma gravação simples, apenas com o equipamento de câmera e ela”, informa Farid Tavares, diretor de produção.

O documentário tem o patrocínio da empresa Natura, através do programa “Natura Musical”, e será exibido em salas de cinema e na televisão. A direção geral fica por conta de Patrícia Francisco, mestrado em Artes na Escola de Comunicação e Artes da USP, com diversas participações em festivais, como: os internacionais de curtas do Rio de Janeiro e São Paulo, a Mostra de Cinema de Tiradentes, a Mostra do Filme Livre, além de festivais na Itália, Espanha e França, com seus filmes anteriores: Retratos da Vó Ana, Eu, Trilho e A Inventariante.

A Associação Barco Escola da Natureza é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) nascida em 2000, e que tem como objetivo promover a educação ambiental e colaborar para a manutenção do meio ambiente, em especial do Reservatório Salto Grande. A sede da entidade está localizada na Avenida José Ferreira Coelho, 815, Praia dos Namorados, Americana – SP.

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‘Eco-Canto’ chega a sua 12ª edição no domingo

O projeto “Eco-Canto” chegará a sua 12ª no próximo domingo (6). Além dos passeios ecológicos de barco pelo Reservatório Salto Grande, em Americana, e doações de mudas, o público terá a oportunidade de assistir a shows musicais, tudo grátis.

Após os passeios de barco, o público pode assistir a shows musicais de artistas convidados pela ONG Família José Foto: Moe Oliveira


O projeto une preocupação ambiental à promoção cultural de artistas da região e vem sendo realizado sempre no primeiro domingo de cada mês. O Eco-Canto terá início a partir das 9h da manhã, em frente à sede da Associação Barco Escola da Natureza, que está localizada na Orla da Praia dos Namorados, em Americana.

Em cada edição do evento a entidade doa de mudas de árvores para o público e faz orientações sobre o plantio, além de promover passeios ecológicos em sua embarcação pelo Reservatório Salto Grande. São três passeios de 30 minutos cada, com as partidas nos seguintes horários: 9h30, 10h15 e 11h. Os convites, num total de 135 (45 por passeio, que é a capacidade do barco), podem ser retirados na sede da associação.

O evento é organizado pela Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Barco Escola, ONG (Organização Não-Governamental) Família José e Secretaria de Cultura e Turismo de Americana, recebendo apoio da Rádio Azul Celeste e Gráfica Adonis.

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Funcionários da empresa GE conhecem o ‘Ecobus’

A Associação Barco Escola da Natureza, através do Programa “Voluntário Ambiental”, expôs seu “Ecobus” na empresa GE Energy Services, do município de Campinas. Cerca de 1300 funcionários da companhia visitaram o ônibus ecológico na última sexta-feira (20), em seus horários de refeição – das 11h às 14h, 20h30 às 21h30 e 22h às 23h30.

O Ecobus expôs mural com informativos; fotos relacionadas à problemática ambiental local e global; videoteca; biblioteca; coletores de óleo doméstico e pilhas/baterias; apresentou como é o processo de reciclagem da garrafa pet e a maquete de um gerador de energia eólica. As águas dos rios Atibaia, Jaguari, Piracicaba, Quilombo e do Reservatório Salto Grande também foram exibidas ao público, juntamente com sementes de árvores nativas do Estado de São Paulo.

Voluntária do Barco Escola apresenta as atrações do Ecobus aos funcionários da GE


A analista de recursos humanos, Juliana Alaíde da Silva, 37 anos, elogiou o trabalho do Barco Escola na GE. “É uma boa iniciativa para mobilizar as pessoas sobre os assuntos ambientais. Tive uma explicação legal dos voluntários e vi fotos interessantes, que servem para conscientizar”, disse ela. “O projeto é bacana para identificar a importância do meio ambiente, os impactos na vida do ser humano e a responsabilidade de cada um com todos os ecossistemas”, ressaltou o engenheiro Carlos Noronha, 35.

“Fiquei extremamente surpreso com a diversidade de oportunidades que este grupo de voluntários traz e que podem ajudar as empresas e seus colaboradores. Espero que continuem esta iniciativa que faz efetivamente a diferença para nossa sociedade na mudança da cultura, direcionando para um senso ecológico e de sustentabilidade de nossos recursos”, afirmou Eleomar do Carmo, 43, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da GE.

O coordenador do Programa Voluntário Ambiental, Moizés Oliveira, 49, ficou feliz com a participação dos funcionários durante a atividade na empresa. “Foi excelente a exposição do Ecobus na GE, os funcionários interagiram conosco, coletando informações e tirando dúvidas sobre a temática ambiental local e global. Esperamos que, a partir de agora, eles tornem-se agentes multiplicadores dos conhecimentos que pudemos transmitir”, comentou Oliveira.

Lembrando que os trabalhos do Barco Escola só podem ser realizados através das empresas que os prestigiam: “CPFL Renováveis, Petrobras, SABB Coca-Cola, Suzano e Goodyear”.

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‘Ecobus’ será exposto na empresa GE, de Campinas

A Associação Barco Escola da Natureza, através do Programa “Voluntário Ambiental”, vai expor seu “Ecobus” na empresa GE Energy Services, do município de Campinas. Cerca de 1300 funcionários da companhia irão visitar o ônibus ecológico na próxima sexta-feira (20), em seus horários de almoço e janta – das 11h às 14h, 20h30 às 21h30 e 22h às 23h30.

O Ecobus expõe mural com informativos; fotos relacionadas à problemática ambiental local e global; videoteca; biblioteca; coletores de óleo doméstico e pilhas/baterias; apresenta como é o processo de reciclagem da garrafa pet e a maquete de um gerador de energia eólica. As águas dos rios Atibaia, Jaguari, Piracicaba, Quilombo e do Reservatório Salto Grande também são exibidas ao público, juntamente com sementes de árvores nativas do Estado de São Paulo.

A Associação Barco Escola da Natureza é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) nascida em 2000, e que tem como objetivo promover a educação ambiental e colaborar para a manutenção do meio ambiente, em especial do Reservatório Salto Grande, em Americana.

Lembrando que os trabalhos da entidade só podem ser realizados através das empresas que os prestigiam: “CPFL Renováveis, Petrobras, SABB Coca-Cola, Suzano e Goodyear”.

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Doutorando da Unicamp estuda ocupação do solo no Salto Grande

A ocupação do solo na região do Reservatório Salto Grande, em Americana – SP, é tema de tese de doutorado em Geografia que será defendida no início do próximo ano na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O doutorando Marcelo Fernando Fonseca e seu professor orientador, Lindon Fonseca Matias, procuraram a Associação Barco Escola da Natureza para ajudar nos trabalhos de pesquisa, fazendo uso de uma de suas embarcações.

Acompanhados do diretor da entidade, Vicente Aparecido Neves, que pilotava o barco, e do geólogo Francisco Ferreira de Campos, Marcelo e Lindon coletaram amostras da água da represa para serem analisadas, como parte do trabalho. “Estamos pegando amostras para analisarmos a qualidade da água do reservatório, em conjunto com os parâmetros fornecidos pelo CONAMA [Conselho Nacional do Meio Ambiente] e pela CETESB [Companhia Ambiental do Estado de São Paulo], com isso, poderemos investigar o risco específico de contaminação”, diz Francisco.

“O trabalho aborda o uso e a situação da terra aqui no entorno do Salto Grande e, com a ajuda do Barco Escola, estamos coletando dados de qualidade da água para podermos avaliar juntamente com as informações que já temos sobre a região”, ressalta Marcelo.

Seu professor orientador revela a importância do estudo para a sociedade. “Esse trabalho é fundamental porque busca discutir como ocupar melhor as áreas locais; como planejar o futuro da ocupação do entorno do reservatório e com uma preocupação muito clara da relação que vai sendo estabelecida da sociedade com a natureza, ou seja, buscando a preservação dos recursos, não só a água, mas também liquidando uma ocupação racional no entorno da represa, que leva em conta as necessidades e a demanda da sociedade americanense e da região como um todo”, afirma Lindon.

“A etapa da avaliação da qualidade da água deve ter os primeiros resultados em, no máximo, três meses. A pesquisa mais geral, que trata não só da água, mas de toda a ocupação e planejamento da área, vai levar mais uns dois anos para ser concluída”, informa o professor.

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Concluída a remoção das plantas aquáticas da Lagoa do Piva

Depois de 52 dias de trabalho, a AquaPlant concluiu, ontem (26), a remoção das plantas aquáticas que se proliferaram em excesso na Lagoa do Piva – manancial localizado às margens da Rodovia Anhanguera, em Americana.

A recuperação da lagoa é fruto de um acordo envolvendo a Secretaria de Meio Ambiente, empresas e condomínios do entorno com a Promotoria de Meio Ambiente. A intervenção recebeu licenciamento da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e foi fiscalizada pela Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Associação Barco Escola da Natureza, de Americana.

Os vegetais aquáticos foram retirados do corpo hídrico e depositados em local apropriado para desidratação e compostagem, para, posteriormente, serem utilizados como adubo orgânico em plantio de árvores na mata ciliar local, como consta no Projeto de Revitalização da Lagoa do Piva.

O responsável pela AquaPlant, Augusto Bronhara, ressalta a importância dos trabalhos de recuperação na lagoa. “O primeiro impacto positivo da remoção do excesso de plantas aquáticas é proporcionar condições ao desenvolvimento da diversificação da flora e da fauna; quando é retirada a dominância de uma espécie e monitorado o crescimento de outras oportunistas, cria-se condição para a diversidade no ecossistema. Outro impacto positivo relevante é a redução do consumo de oxigênio no período noturno; gradativamente, os níveis de oxigênio vão aumentando, favorecendo alguns dos microorganismos e animais que fazem parte da cadeia alimentar. Com o monitoramento e a intervenção, quando necessária, associada à redução da eutrofização, teremos ainda, em longo prazo, uma melhora significativa na qualidade da água, beneficiando positivamente o seu uso, seja ele de qualquer natureza”, afirma ele.

“Também é importante mencionar que a espécie de macrófita retirada, a salvinia, é muito agressiva na sua proliferação e desenvolvimento; temos que monitorar e intervir novamente assim que a lagoa estiver com aproximadamente 20% de vegetação aquática, senão podemos perder o controle de novo”, informa Bronhara.

A AquaPlant é uma empresa privada, fundada em novembro de 2001 e sediada em Campinas, que tem como objetivo principal comercializar produtos e serviços para o manejo integrado de plantas aquáticas.

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Eventos ambientais agitam a Praia dos Namorados no final de semana

Neste final de semana, atrações musicais e ambientais vão agitar a Orla da Praia dos Namorados, em Americana – SP. Promovidos pela Associação Barco Escola da Natureza e pela ONG Família José, os eventos “Eco-Fest” e “Eco-Canto” acontecem de sexta-feira (30) a domingo (1), gratuitos para a população.

Das 18h às 00h de sexta e das 14h às 00h de sábado, ocorre a primeira edição do Eco-Fest Brasil, um festival com apresentações musicais e stand-ups ambientais que terá toda a energia elétrica gerada por bicicletas ergométricas e placas solares, numa proposta de sintonia com a “Hora do Planeta”, quando diversas partes do mundo desligam seus aparelhos elétricos e luzes durante uma hora – neste ano, no dia 31 de março, das 20h30 às 21h30. “O palco do festival estará disponível para todo tipo de manifestação cultural. A população poderá curtir o evento no lugar mais bonito de Americana”, afirma Jamil José, da ONG Família José.

Da orla da Praia, a visão para a represa é ainda mais bela Foto: Moe Oliveira


Eco-Canto
Já o projeto “Eco-Canto” chegará a sua 11ª edição no domingo (1). Além dos passeios ecológicos de barco pelo Reservatório Salto Grande, de Americana, e doações de mudas, o público terá a oportunidade de assistir a um show de samba-rock da banda Mafuá.

O projeto une preocupação ambiental à promoção cultural de artistas da região e vem sendo realizado sempre no primeiro domingo de cada mês. O Eco-Canto terá início a partir das 9h da manhã, em frente à sede do Barco Escola.

Em cada edição do evento a entidade doa de mudas de árvores para o público e faz orientações sobre o plantio, além de promover passeios ecológicos em sua embarcação pelo Reservatório Salto Grande. São três passeios de 30 minutos cada, com as partidas nos seguintes horários: 9h30, 10h15 e 11h. Os convites, num total de 135 (45 por passeio, que é a capacidade do barco), podem ser retirados na sede da associação.

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Recuperação da Lagoa do Piva está na reta final

A Lagoa do Piva alcançou a marca de 95% do total de seus trabalhos de remoção de plantas aquáticas. A Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Associação Barco Escola da Natureza fiscalizou, na manhã de hoje (23), o manejo dos vegetais que tomaram completamente o manancial localizado às margens da Rodovia Anhanguera, em Americana – SP.

No início da próxima semana, a retirada dos vegetais deve ser concluída


“Devemos concluir a remoção do excesso de plantas aquáticas em aproximadamente dois dias úteis, e iniciaremos imediatamente uma primeira manutenção dos vegetais que germinarem e se proliferarem fora da nossa barreira física. Entretanto, é importante mencionar que essa espécie de macrófita [salvinia] é muito agressiva na sua proliferação e desenvolvimento; temos que monitorar e intervir novamente assim que a lagoa estiver com aproximadamente 20% de plantas aquáticas, senão podemos perder o controle de novo”, informa Augusto Bronhara, da AquaPlant. A empresa, que é a responsável pelo manejo dos vegetais, vem trabalhando há mais de 50 dias no local e já retirou 4.725.000 kg de matéria verde da lagoa.

O presidente do Barco Escola, José Roberto Basso, ressalta a importância da retirada das macrófitas para a vida no manancial. “Ontem, dia 22 de março, celebramos o Dia Mundial da Água, e, hoje, podemos comemorar o trabalho de recuperação da Lagoa do Piva. A remoção dos vegetais é importantíssima para a oxigenação da água, que é comprometida com o excesso de plantas aquáticas e afeta a diversidade da fauna e flora local. Com o monitoramento, associado à redução da eutrofização [que ocorre devido ao aumento de nutrientes no corpo hídrico por poluição], teremos também, em longo prazo, uma melhora significativa na qualidade da água”, afirma Basso.

A recuperação do manancial é fruto de um acordo envolvendo a Secretaria de Meio Ambiente, empresas e condomínios do entorno com a Promotoria de Meio Ambiente. Os vegetais aquáticos estão sendo retirados da lagoa e depositados em local apropriado para desidratação e compostagem, para, posteriormente, serem utilizados como adubo orgânico em plantio de árvores na mata ciliar local, como consta no projeto de revitalização da Lagoa do Piva.

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